sexta-feira, 9 de julho de 2010

Crimes, choques, medo, proteção.

Por causa do aumento no índice de violência, não só aqui em Tubarão, eu e a minha turma de jornalismo  fomos desafiados a contar histórias que de alguma forma contribuísse para amenizar as consequências desse mal. Com um olhar mais atento, foi fácil achar projetos, entidades e até mesmo leis que ajudam as pessoas vítimas de violência.

Um basta, é isso que precisamos dar

Confesso que não foi fácil escrever o editorial do Extra (jornal que publicamos para mostrar essas histórias), e que no dia em que foi publicado o número de mortos vítimas de homicídio já havia aumentado. Entretanto, o trabalho serviu para mostrar aos outros que há soluções para uma sociedade melhor, mas para isso não devemos esperar pelos demais.

No Brasil inteiro, dois casos, comentados muito pela mídia ultimamente, chocaram a população. O primeiro da advogada Mércia, o segundo da modelo Eliza. Neste útimo, o principal suspeito é Bruno, ex-goleiro do Flamengo. Mas estes são apenas dois exemplos que caíram nas mãos da imprensa. Milhões de mulheres sofrem caladas com a violência todos os dias, e o pior: dentro da própria casa. Segundo dados, uma mulher é agredida a cada 15 segundo no Brasil.

E isso nos faz pensar que a mulher sofre quieta, por medo de denunciar o agressor. Outras vezes, por não ter para onde ir depois de fazer a denúncia, e por não querer destruir a família. Os filhos podem ser os maiores prejudicados em toda essa história.

Mas a lei 11.340, criada no ano de 2006 existe para auxiliar essas mulheres. Foi essa lei que trouxe a violência psicológica para a área do Direito. 

Mas se engana quem acha que a violência está somente nas classes mais baixas. As agressões, e os efeitos desse mal está presente em cada pedaço da nossa sociedade. E como eu disse anteriormente, cabe a nós fazer alguma coisa para combate-la. Pode ser dando apoio aos projetos ou educando os filhos de uma maneira que no futuro ele não vire um criminoso no futuro.

Para falar um pouco mais sobre a Lei 22.340, também conhecida como Lei Maria da Penha, vou colocar abaixo, o vídeo produzido por mim, Lisiane Back e Paula Thomas sobre o assunto:

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Angelica Brunatto © 2012 | Adaptado por Angelica Brunatto.