Histórias que contam como o mundo vai acabar são inúmeras. São meteoros, furacões, aquecimento global. Também são vários os filmes que tratam sobre isso. O último é 2012, que usa a teoria do movimento da crosta terrestre como o fim dos tempos.
A temperatura do Planeta Terra começa a subir, lagos desaparecem, fendas se abrem no chão. Cidades inteiras são engolidas pela terra. O fim do mundo já é previsto por cientistas alguns anos antes da data. Entretanto, somente autoridades e líderes dos países sabem. A verdade é escondida da população.
Pessoas perdem suas vidas sem a menos saber o que está acontecendo com o lugar em que vivem, tudo é mantido em sigilo, somente aqueles que podem pagar pela sobrevivencia tem a chance de escapar do fim. Os outros, nem se despedir podem.
A história gira em torno de Jackson Curtis, um escritor separado de sua esposa e de seus filhos. Quando compreende, através de meios alternativos, que o mundo está ameaçado, se sente na obrigação de salvar a família: a ex esposa, os filhos e o namorado dela.
Se tratando de sobrevivencia, todos se unem, mesmo com diferenças. E fazem o possível para que achem um lugar seguro. Os cinco enfrentam momentos de pavor, de medo, de afeto. Todos lutam por um objeto de desejo em comum: sobreviver ao fim do mundo.
Os líderes mundiais, constroem arcas para abrigar as pessoas que “compraram” os passes. Como grande parte da população conhece essa operação, são poucos aqueles que conseguem um lugar.
Este é o primeiro filme sobre esse tema que assisto que mostra não apenas os Estados Unidos, mas como o mundo inteiro sofreu com o fim. Entretanto como sempre, tudo gira em torno desse país. O presidente morre junto com o povo, e quem descobre um novo lugar para recomeçar a vida são os americanos.
O longa também é cheio de efeitos especiais que o torna um pouco irreal. Aviões escapando de prédios, carros que voam, pessoas que mal ficam feridas. Enfim, 2012 é um filme um pouco exagerado, mais exagerado que outros do mesmo gênero.














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