Diferente, o seu colega homônimo, John Boyne, só me deixou com o nó na garganta. Mais uma coincidência entre os dois: ambos me fizeram ler em uma velocidade absurda.
Bom. Mas porque decidi ler A Culpa é das Estrelas? Eu fui à livraria com a minha prima em um final de semana. Ela me perguntou qual livro (com um preço razoável) ela devia levar para esquecer do vestibular. Então, depois de passar por todas as prateleiras me deparei com o livro. Já tinha ouvido falar muito na blogosfera.
Foi então, que ao ler com mais atenção me senti muito atraída pela história. Não resisti e logo após comecei a ler também. Não tenho como negar que a narrativa me cativou do início ao fim. A vida da jovem Hazel sendo contada naquelas páginas, nos faz ver como muitas vezes os nossos problemas são nada perto do que ela passa todos os dias.
Sinopse:
Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico.
Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.
Ela era uma menina solitária que sofre com um câncer. Vive presa a um cilindro de oxigênio, e no início, seus únicos amigos são seus pais. Porém, ao começar a frequentar um grupo de pacientes que convivem com a mesma doença, a jovem encontra novos amigos. Gus é o principal (e só em escrever o nome dele meus olhos já começam a lacrimejar. Se você também leu sente isso?) amigo de Hazel. Juntos, eles vivem muitas aventuras.
Se você me perguntar qual livro eu indico para você ler, pode ter certeza que este será o primeiro que virá na minha cabeça. Além da excelente história, John nos delicia com um maravilhoso texto.














Acredita que por conta de toda a expectativa que eu estava sentindo, acabei nem chorando com o livro? Sim, achei a história linda, mas percebi que consigo ler sem chorar (ou sou uma coração de pedra assumida mesmo).
ResponderExcluirBeijos.