domingo, 6 de dezembro de 2009

Um fim do mundo exagerado?


Histórias que contam como o mundo vai acabar são inúmeras. São meteoros, furacões, aquecimento global. Também são vários os filmes que tratam sobre isso. O último é 2012, que usa a teoria do movimento da crosta terrestre como o fim dos tempos.
A temperatura do Planeta Terra começa a subir, lagos desaparecem, fendas se abrem no chão. Cidades inteiras são engolidas pela terra. O fim do mundo já é previsto por cientistas alguns anos antes da data. Entretanto, somente autoridades e líderes dos países sabem. A verdade é escondida da população.
Pessoas perdem suas vidas sem a menos saber o que está acontecendo com o lugar em que vivem, tudo é mantido em sigilo, somente aqueles que podem pagar pela sobrevivencia tem a chance de escapar do fim. Os outros, nem se despedir podem.
A história gira em torno de Jackson Curtis, um escritor separado de sua esposa e de seus filhos. Quando compreende, através de meios alternativos, que o mundo está ameaçado, se sente na obrigação de salvar a família: a ex esposa, os filhos e o namorado dela.
Se tratando de sobrevivencia, todos se unem, mesmo com diferenças. E fazem o possível para que achem um lugar seguro. Os cinco enfrentam momentos de pavor, de medo, de afeto. Todos lutam por um objeto de desejo em comum: sobreviver ao fim do mundo.
Os líderes mundiais, constroem arcas para abrigar as pessoas que “compraram” os passes. Como grande parte da população conhece essa operação, são poucos aqueles que conseguem um lugar.
Este é o primeiro filme sobre esse tema que assisto que mostra não apenas os Estados Unidos, mas como o mundo inteiro sofreu com o fim. Entretanto como sempre, tudo gira em torno desse país. O presidente morre junto com o povo, e quem descobre um novo lugar para recomeçar a vida são os americanos.
O longa também é cheio de efeitos especiais que o torna um pouco irreal. Aviões escapando de prédios, carros que voam, pessoas que mal ficam feridas. Enfim, 2012 é um filme um pouco exagerado, mais exagerado que outros do mesmo gênero.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Fresno comemora dez anos e promete novo CD em 2010

São dez anos na estrada. De lá para cá muita coisa mudou. Quem antes andava por Porto Alegre distribuindo Flyers para os shows, hoje desfruta do sucesso por todo o Brasil. Essa é a Fresno, que completou uma década de história na sexta-feira 4 de dezembro.

Tudo começou com um grupo de amigos de colégio que se uniram para tocar. Ninguém imaginava que aquele grupo seria quem são hoje. De 1999 para cá a banda já trocou de nome, e de integrantes. A Democratas tinha como integrantes Lucas, Vavo, Cuper e Bruno. Logo depois os meninos descobriram que já existia outro grupo com o mesmo nome. Então virou Fresno.

A formação da banda trocou algumas vezes. Saiu Bruno e entrou Tavares. Saiu Cuper e entrou Bel.

A história completa você confere aqui.

Para o próximo ano o grupo irá lançar um novo CD, chamado Revanche. “Esse disco vai reforçar o lado rock da banda”, adianta o guitarrista Vavo à entrevista ao portal R7.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Precisa ser diferente para ser famoso?

Aos 23 anos já conquistou mais fãs do que vários artistas juntos. Lady Gaga é um fenômeno mundial, conhecida principalmente pelo modo “louco” como se veste. Ela canta música Pop, que está no topo das paradas musicais de todo o mundo. O último sucesso da cantora é Bad Romance.




Nos clipes Lady usa de artifícios muito diferentes do convencional para contar a história. Não há um que seja “normal”. Talvez é o diferencial. E convenhamos, no meio de tanta coisa no mundo da música é necessário ter aquele toque que marque como único.
E no mundo pop sempre há alguém que quer aparecer, mesmo que seja só um pouquinho. Exemplificando, Britney é a mãe louca que raspou a cabeça e agora volta a carreira musical, Amy Winehouse é a cantora drogada que ninguém dá mais um ano de vida para ela, e se colocarmos nossas mentes para funcionar, acharemos milhões de outros exemplos para isso.
Às vezes minha pergunta é: Será que é preciso tudo isso para ser conhecido? Não bastaria apenas o TALENTO?
Então outras vezes não consigo me responder. Penso que não são todos que conseguem se destacar apenas pela boa voz ou pela boa música que compôs. Muitas vezes as músicas vem de compositores, e eu penso: Cadê a originalidade e sentimentos nessas músicas?!
Serão eles frutos de uma indústria feita para vender sucessos? Quem sabe.
Alguém me responde essa pergunta?!
 
Angelica Brunatto © 2012 | Adaptado por Angelica Brunatto.