segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Nine things that you don`t know about me (or know?).

Atentendo ao pedido do  @guicorreamaria (autor do blog Alguém Sabe Um Blog), vou escrever agora nove coisas que poucas pessoas sabem sobre mim. O pedido veio hoje pela manhã, enquanto estava ajudando ele a arrumar o layout do blog. Vou tentar escrever.

1- Até os meus três anos eu era loira e tinha pouco cabelo. Não que agora, depois de 20 anos, eu tenha muito, mas eles não são mais tão claros como antes. De loira passei a ter meus cabelos castanhos, depois um projeto de loira, cabelos quase vermelhos, então passaram a ser ruivos (meio laranja mesmo), e por fim estou tentando deixá-los da cor natural, muito embora eu não saiba mais a cor natural dele. A primeira vez que coloquei uma tinta no cabelo foi aos 14 anos.

2- Sou uma pessoa cheia de medos. O pior deles é o de cachorros. Há, somente, dois cães com os quais me dou bem: a Branca e o Nick. Não posso ver um desses animais na rua que me retraio. Tá, tudo bem, tenho medo e não gosto de cachorros. Desculpa vocês que são amantes desses bichinhos, eu não tenho nada contra, só acho que cachorros e Angelica não podem ocupar o mesmo espaço, mas às vezes eu me esforço para me dar bem.

3- Já tive uma fase emo/punk/moleque. Entre 15 e 16 anos eu me vestia de uma forma super estranha. Acho que era pior do que as meninas que se vestem meio Restart.. Usava calças largas, All Star (isso eu continuo usando), saias jeans rasgadas, correntes nas calças, tinha bonés, roupas camufladas e escutava screamo, metalcore e punk rock song.

4- Já tentei ser skatista. Também nessa época costumava andar de skate com meu primo, jogava Tony Hawk o dia inteiro e decorei o nome de algumas manobras. Também via campeonatos pela televisão. Hoje, não lembro de mais nada, muito menos como se sobe em um skate.

5- Sempre fui CDF, mas depois que entrei para a faculdade as coisas mudaram. Tinha sempre as melhores notas, sentava nas primeira carteiras da sala de aula, não conversava enquanto o professor explicava os conteúdos e nunca deixava trabalhos para a última hora. Em sala de aula sempre fui a mais quieta de todos. Depois que comecei a estudar comunicação social as coisas mudaram. Mas mesmo sempre tímida e envergonhada, não deixei de vencer meu medo e ser oradora na minha formatura do ensino médio. Devo ter falado para mais de trezentas pessoas, mas até hoje não consigo ver o DVD para avaliar meu desempenho.

6- Antes de estudar jornalismo já pensei em cursar direito para ser diplomata. Também já pensei em estudar cinema e vídeo. Mas para o vestibular passei para publicidade e propaganda, curso que fiz apenas um semestre e pedi transferencia para jornalismo.

7- Sou uma eterna apaixonada pela comunicação social. Entretanto minha maior paixão é fazer televisão. Pretendo e sonho trabalhar com isso o resto da minha vida. Não me vejo trabalhando em outra coisa. Mas ainda tenho outros desejos: passar no Curso Abril de Jornalismo (e ficar por lá depois) e trabalhar para a Rolling Stone.

8- A primeira revista, que me fez querer saber o que significava "comunicação social" foi a revista Capricho. Produto que assinei por 2 anos. A revista Capricho fez parte da minha vida como da maioria das meninas entre 14 e 17 anos. Hoje troquei a Capricho pela Super e a RollingStone.

9- Tenho um desejo enorme de entrevistar duas pessoas em especial. A primeira é o Lucas Silveira, o vocalista da Fresno. Sempre adimirei o trabalho dele, e adoro as músicas que ele canta, tanto da Fresno quanto do Beeshop. A segunda pessoa que queria ter a oportunidade de conhecer um dia é o Jonathan Corrêa, vocalista da Reação Em Cadeia. Também ouço o trabalho dele há algum tempo e seria uma honra fazer um perfil dele. Então se vocês lerem isso aqui, pretendo ainda poder escrever sobre vocês para este blog ou para o veículo de comunicação que eu trabalhar.

Eu ainda teria muitas outras coisas para escrever aqui, mas a brincadeira são 9. Então se você tem um blog, escreva também as nove coisas que poucas pessoas sabem sobre você.

domingo, 12 de setembro de 2010

Euforia

Voz e violão. Músicas que retratam sentimentos reais. Euforia. Assim começo a definir o trabalho do músico Eduardo Vettorato. Ele se auto define: “um poço de otimismo exagerado, de vez em quando passo e é daí que acabo dando uma de Lebra”.



Lebra é o trabalho musical de Eduardo, gaúcho natural de Porto Alegre. A música está nas veias do artista desde cedo, entretanto, ninguém na família teve alguma ligação com esse tipo de arte. Exceto ele e o irmão Gustavo, que fazem da música um modo de vida.

“A primeira coisa que me atraiu na vida em música foi Leandro e Leonardo. Minha vó tinha um LP e quando ela colocava no som, lá na nossa casa em Glorinha (RS), e eu e minha prima ficávamos cantando as músicas com um esmagador de carne e uma colher de pau. Isso foi com uns 8 anos.”

As músicas falam de sentimentos, pensamentos e histórias que acontecem com Eduardo. E com a internet, ultrapassa fronteiras que no mundo físico seria difícil passar.

“A primeira música que eu fiz, tinha 16 anos. Já tentei criar situações hipotéticas, mas o cara trava. Quando a história é real a coisa fica mais viva.”

Na adolescência, o músico falava sobre o sentia, problemas e pensamentos. Hoje, mais velho, as letras são diferentes.

“Hoje a vida, se encontra diferente, sinto vontade de cantar sobre o tempo, um dia de sol e até sobre rotina. Ser livre para cantar é a coisa mais maravilhosa da vida.”

A música de Lebra já saiu do Rio Grande do Sul, graças à internet. O advento da internet foi capaz de levar o trabalho até os estados mais distantes do gaúcho, como os do Norte.

“Fico impressionado quando recebo um tweet de alguém do norte do país. O Brasil é enorme e isso é bom, fico pensando nos locais em que ainda tocarei e fico na pilha.”

O álbum Euforia, de Lebra pode ser encontrado no link. No Myspace do músico é possível ouvir e encontrar vídeos.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Hori faz apresentação em Tubarão

Nesse mês Tubarão vai receber uma visita no mínimo diferente. Quem vem fazer uma apresentação na cidade é o "músico" Fiuk e a banda Hori, da qual o filho do cantor Fábio Júnior faz parte. Não é a primeira vez que a cidade recebe esse tipo de evento. Em Julho, quem veio à mesma casa de shows foi o grupo Restart.

E foi para falar sobre esses eventos que o dono da casa de shows foi à televisão explicar como eles são realizados. Menores de 12 anos não entram desacompanhados de um responsável legal, e bebidas alcoólicas nem chegam perto do local do show. Toda essa infra-estrutura é destinada ao público adolescente.

Quando foi a apresentação dos meninos do Restart, passei na frente do local do show. Não eram duas horas da tarde. Na porta já havia muitos adolescentes vestidos a caráter. Todos eles esperavam ansiosamente pelo show, ou somente para ver os meninos que cantam o refrão "Levo Comigo".

A apresentação da Banda Hori acontece no dia 27 de agosto, na Hangar Eventos. Além do grupo de Fiuk, as bandas Soobway e Bloomy também farão apresentações . A presença dos Colírios Capricho Gabriel  Galotti e Renie Santos também está confirmada.


Os ingressos antecipados podem ser adquiridos no Canário Café, Ativa Esportes Centro e Farol Shopping (Tubarão), Mormaii (Laguna), O Boticário (Imbituba) e Gloss Cosméticos (Braço do Norte), Ativa Esportes (Criciúma), Lanchonete Central (Araranguá).
 
Angelica Brunatto © 2012 | Adaptado por Angelica Brunatto.