Alice volta ao mundo das maravilhas após treze anos. Para ela é tudo um sonho. Para mim uma história um pouco diferente da que li alguns meses atrás para a disciplina de Produção Audiovisual I. Criei uma expectativa muito grande sobre esse filme. Não que eu não tenha gostado, apenas foi diferente do que eu imaginava.
A menina tem a minha idade (só que alguns séculos atrás) e está prestes a tomar a decisão mais importante da vida. Todos esperam uma resposta, a garota não pode decepcionar ninguém. Às vezes, também temos que decidir por caminhos difíceis e que devemos agradar a todos.
Um segundo, um pedido de licença. Alice corre atrás de um coelho branco, com um paletó e um relógio. Ele diz: "estamos atrasados". A menina, mais curiosa que da primeira vez que esteve no País das Maravilhas, o segue. Ele está no sonho dela todas as noites.
Ao entrar na toca do coelho Alice chega ao mundo subterrâneo. Um mundo que está sob o poder da rainha Vermelha. A ditadora tem um lema: "Cortem a cabeça". Todos no País das Maravilhas tem medo de enfrentar a superior. Somente quando a menina de Londres retorna ao local que as coisas começam a mudar.
Basta a gente querer que mude, e nos esforçarmos para que aconteça. É assim que eu penso na maioria das vezes. Alice não quer seguir o que os outros dizem. Ela não quer ser mandada por ninguém. "O destino é agente que faz".
A garota cumpre a missão no mundo subterrâneo. Diferente do livro, Alice não acorda de um sonho, tudo ali é real. Na volta à Londres, a menina decide mudar o destino que estava traçado para ela. Desiste de tudo, mas assume os negócios. Ela quer ser diferente das demais.
De um filme como esse podemos tirar diversos pensamentos, pensar um pouco diferente.














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