quarta-feira, 5 de maio de 2010

Pronto. Desabafei.

Imagine a seguinte cena:

Uma pessoa sai de casa, quase na hora do compromisso marcado. Espera apressadamente o elevador chegar. Abre a porta, entra, escolhe qual o local que deseja parar. Percorre o caminho do elevador até o carro. Liga, ajusta os espelhos, arruma o banco. Faz as primeiras manobras para que o veículo possa sair do local. Chegando ao portão, aperta o botão que o abre. A primeira coisa que vê é um caminhão parado. Ele está na contra mão, estacionado em uma esquina, em frente a garagem de um prédio.

Essa podia ser uma história fictícia. Mas infelizmente não é. O que mais observo no trânsito, são pessoas que não respeitam as leis. Furam sinais vermelhos, ultrapassam em locais proibidos. Outros fazem pior. Param o carro no meio da rua. Uns se acham no direito, outros não reclamam da situação.

Sempre que viajo olho que atrás de alguns carros têm aquela famosa frase: "Como estou dirigindo?". Será que alguém já anotou a placa de um carro e ligou para o número mostrado? Algumas vezes, são poucas as coisas que fazem um acidente fatal acontecer. Com boas maneiras de todos os motoristas nosso trânsito podia ser melhor. Não só aqui em Tubarão, que mesmo sendo uma cidade relativamente pequena, apresenta sérios problemas nas estradas, principalmente quando o dia é chuvoso.

A história relatada acima aconteceu comigo. Hoje. Estava apressada, pois tinha hora marcada com a fonoaudióloga e não podia me atrasar para a sessão. Bom foi saber que não fui a única a ficar encomodada com a situação. O porteiro do meu prédio já havia localizado o motorista da Koerich. Mesmo aparentemente irritado, ele tirou o caminhão, liberando minha passagem.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Uma história sem título.

Uma frase de autoria de Alberto Dines diz assim:

Antes de dormir, pergunte a você mesmo se naquele dia ajudou a humanidade.

Lendo a citação acima, logo lembrei dos meus tempos de ensino médio. Tempo em que vivia debruçada em livros e exercícios. Época em que tinha história, português, inglês e redação como minhas matérias preferidas. Era também hora de pensar no que escolher para o vestibular. Recordo que quase nenhuma das diversas opções me agradava. Para mim, esse é um dos momentos mais conturbados da vida de um estudante que está terminando a escola e vai à procura de um curso superior.


Nunca gostei muito de calcular ou entender as fórmulas de química e física. Mesmo assim, sempre fui uma boa aluna. Gostava mesmo quando era aula de redação. A professora lançava um tema para discussão e nosso dever era escrever sobre ele. Nem sempre eu conseguia um nove ou dez, mas mesmo quando vinha o oito eu ficava feliz.

O que importava era gastar as folhas do meu caderno com a fórmula que não esqueci até hoje: introdução - desenvolvimento - conclusão. Escrevia e reescrevia o texto umas duas ou três vezes. Relia. Não gostava de determinada palavra, trocava. Era assim. Rabiscos não faltavam. Mudava uma frase aqui, e outra ali. Tudo para o resultado final sair perfeito. Pelo menos para mim.

E foi com essas redações, ensaios para o vestibular, que fui percebendo que o que eu realmente queria era escrever. Também pensava que escrevendo eu podia fazer a minha parte e ajudar a mudar, pelo menos, o lugar em que vivo.

Informar, contar histórias. Era assim que naquela época eu pensava em trabalhar. Achava que era simples fazer isso, mas hoje sei que para escrever qualquer linha é preciso apurar, apurar, apurar, quantas vezes for necessário. Mas também é preciso encontrar fontes para falar dos fatos. É delas que virão nossas informações.

Elas são essenciais para o nosso trabalho, já que nos ajudarão a contar as histórias. Sim, histórias. Como meu professor sempre fala em sala de aula:

Jornalismo é contar histórias. As melhores histórias são histórias de gente.


E quanto mais aprendo sobre o jornalismo, mais me apaixono pela profissão que resolvi estudar para seguir.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Atlântida Festival leva 20 mil pessoas ao pavilhão da Fiergs

Um festival que reuniu vários nomes do rock. Assim foi o Atlântida Festival, promovido pela rádio Atlântida. Foram 20 mil pessoas reunidas no pavilhão da Fiergs em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. A primeira banda a tocar foi a Doyoulike?. Entre as músicas do repertório estavam Bom Dia e Cura, o novo single do grupo.

Além da Doyoulike?, a Fresno também levantou o público com canções antigas e novas. Onde Está, o primeiro single dela que tocou na rádio fez parte do repertório musical. Quando começou a tocar Revanche, Lucas dedicou à todos que querem atrapalhar o trabalho do quarteto gaúcho.

Quer saber o que aconteceu no festival? Veja então os vídeos das apresentações das bandas Doyoulike? e Fresno.

 
Angelica Brunatto © 2012 | Adaptado por Angelica Brunatto.