Neste fim de semana tive a oportunidade de ir ao cinema para assistir Jogos Vorazes. Em um primeiro momento, não sabia o que esperar. Não havia lido o livro homônimo e nem críticas a respeito do filme/livro. Porém, após o último frame passar na "telona", a vontade de passar na livraria e comprar o livro foi enorme. Só não comprei porque já era tarde e estava fechada.
Mas gostei muito do que vi. Na verdade, enxerguei-o como uma crítica aos reality shows (talvez crítica não seria exatamente a palavra correta), já que a história se passa em torno de um programa televisivo, onde há 74 edições, dois garotos são escolhidos para participarem. De lá, apenas UM deve sair vivo. As pessoas são vidradas e dão uma importância extrema ao jogo.
Katniss Everdeen é uma garota que vive no Distrito 12, com a mãe e a irmã. Para sobreviver, ela e o amigo Gale Hawthorne caçam ilegalmente e vendem as carnes. No dia da Colheita (a escolha dos representantes de cada distrito - um menino e uma menina - para participar dos Jogos Vorazes), Katniss se oferece para participar da disputa no lugar da irmã. Junto à moça, Peeta Mellark também está destinado à ir para a Capital.
Durante a preparação, Katniss e Peeta ficam hospedados com muito luxo na Capital. Lá também estão os representantes dos outros 11 distritos. Quando eles são jogados na arena, eles devem lutar para sobreviver. É nessa parte que a ação começa, e há alguns momentos surpreendentes.
Não posso fazer a comparação do livro/filme, mas é possível afirmar que em algumas partes houve falta de contextualização. Talvez quem já havia lido a obra de Suzanne Collins pôde entender melhor. Algumas explicações do tipo, por que os Jogos são realizados? Por que 12 Distritos? Quem é destinado a participar dos Jogos?
Mas além desta parte, gostei muito do filme. E recomendo.
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domingo, 25 de março de 2012
domingo, 25 de dezembro de 2011
Do clássico para a releitura
E aí? Como passaram o Natal? Espero que bem! Agora preparem mais o estômago, tem ainda a festa de ano novo! Bom, acho que nunca comi tanta coisa em um Natal só! Mas comidas a parte, ganhei dois livros que estava ansiosa para ler: Fallen de Lauren Kate e Julieta Imortal de Stacey Jay (depois eu posto a foto deles aqui)! Mas antes de começar a lê-los tenho que terminar férias de Marian Keyes (leio, leio e não saio do lugar)!
Hoje vim aqui postar um trailler que vi e fiquei louca para assistir o filme: A Fera! Tem o livro (que também estou louca para ler...se alguém quiser me presentear, cof, cof), que já li diversas resenhas maravilhosas da releitura do clássico de A Bela e a Fera.
Segue o vídeo!
Hoje vim aqui postar um trailler que vi e fiquei louca para assistir o filme: A Fera! Tem o livro (que também estou louca para ler...se alguém quiser me presentear, cof, cof), que já li diversas resenhas maravilhosas da releitura do clássico de A Bela e a Fera.
Segue o vídeo!
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
[resenha] - Esposa de Mentirinha (filme)
Jennifer Aniston é uma das minhas atrizes preferidas. Isso é fato. Gosto muito de passar horas assistindo aos filmes em que ela atua. Dia desses aluguei alguns. E hoje a resenha é do filme Esposa de Mentirinha. Não consegui ainda terminar de ler Um Certo Verão na Sicília, mas assim que der eu posto a resenha para vocês. Essa minha vida corrida, de monografia, projetos finais, trabalho e estudo para concurso me deixa às vezes meio cansada.
Mas vamos à resenha!
ESPOSA DE MENTIRINHA
Diretor: Dennis Dugan
Lançamento: 4 de março de 2011
Gênero: Comédia|Romance
Adam Sandler - Jennifer Aniston
Katherine é a secretária do cirurgião plástico Dr. Maccabee. Eles são muito ligados um ao outro. Tanto que ele a envolve em uma mentira das grandes. Os dois fingem ser marido e mulher para que Dr. Maccabee conquiste uma jovem garota loira.
Para isso, eles passam por diversas situações engraçadas. Até os filhos de Katherine entram no jogo e fingem serem filhos do falso casal. Dr. Maccabee leva a família inteira para o Havaí e lá que a maior parte da história se desenrola.
Com o passar do tempo Katherine e Dr. Maccabee descobrem que tem uma ligação forte, não apenas de chefe e empregada. Algo maior está entre os dois.
Um filme para dar boas risadas, seja sozinho, com os amigos ou com a família. Uma boa pedida para escolher na locadora. No início achei um pouco parado, mas no decorrer do enredo a história fica cativante.
Mas vamos à resenha!
ESPOSA DE MENTIRINHA
Diretor: Dennis Dugan
Lançamento: 4 de março de 2011
Gênero: Comédia|Romance
Adam Sandler - Jennifer Aniston
Katherine é a secretária do cirurgião plástico Dr. Maccabee. Eles são muito ligados um ao outro. Tanto que ele a envolve em uma mentira das grandes. Os dois fingem ser marido e mulher para que Dr. Maccabee conquiste uma jovem garota loira.
Para isso, eles passam por diversas situações engraçadas. Até os filhos de Katherine entram no jogo e fingem serem filhos do falso casal. Dr. Maccabee leva a família inteira para o Havaí e lá que a maior parte da história se desenrola.
Com o passar do tempo Katherine e Dr. Maccabee descobrem que tem uma ligação forte, não apenas de chefe e empregada. Algo maior está entre os dois.
Um filme para dar boas risadas, seja sozinho, com os amigos ou com a família. Uma boa pedida para escolher na locadora. No início achei um pouco parado, mas no decorrer do enredo a história fica cativante.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
O Homem do Futuro - uma produção brasileira, digna de sucesso.
Falar de viagem ao tempo é difícil (pelo menos eu acho). Conciliar as teorias da física, tentar fazer os furos se tornarem inexistentes e, ainda, mexer com a imaginação do espectador em um narrativa se torna uma tarefa árdua. E ainda colocar um pouco de comédia e romance no meio de tudo isso complica mais ainda a vida de um escritor\roteirista, ou qualquer um que tente colocar esses ingredientes em uma única história.
Assim é O Homem do Futuro. Um mix de viagem no tempo, física, comédia e romance. Confesso que se não fosse pelo convite do meu namorado eu não iria assistir ao filme. Mas fui convencida por dois motivos:
1 – Era um filme brasileiro e eu iria assistir com meu namorado.
2 – O ator Wagner Moura (vulgo Capitão Nascimento) é o protagonista do filme (todas suspiram)
Aceitei o desafio, embora hoje em dia os filmes brasileiros estejam bem melhores dos que antigamente. Aliás, depois de Tropa de Elite, eu acho que as pessoas começaram a abrir mais os olhos para o mercado nacional (mesmo que ainda haja gente que não goste muito das coisas de nossa terra, principalmente quando o assunto é musica, mas isso é assunto para outro post).
Ok. Então cheguei ao cinema para a sessão das 19h. Como quase sempre compramos os ingressos em cima da hora (felizmente ainda estavam à venda). Entramos. Escolhemos nossos lugares e ficamos reparando nas pessoas que ali entravam. A sala de cinema não estava cheia, tinha alguns casais (apenas casais). É assim que eu gosto do cinema, nem lotado e nem vazio.
1 – Cinema lotado é horrível. As pessoas falam demais. Quando é cheio de criança tenho que torcer para elas não chorarem. Quando são adolescentes histéricas....(dispenso comentários, quem lê o blog já sabe do meu trauma com a estréia de Crepúsculo). Com o cinema lotado, se a gente chega tarde não tem lugar para sentar.
2 – Cinema vazio me dá medo.
Então o filme começou, já com uma festa em 22 de novembro de 1991. No palco Aline Moraes e Wagner Moura cantavam. O tempo passou e Wagner (o Zero) se tornou um físico louco que detesta a vida que tem. Por meio de um experimento (uma espécie de máquina do tempo) volta no dia da festa para corrigir o que fez naquela época para tentar mudar de vida.
Os figurinos são muito bons. Assim que eu vi o Capitã.... ops, o cientista Zero vestido de astronauta, logo lembrei da reportagem da edição especial de aniversário da revista Rolling Stone do ano passado, que estampava o ator na capa. Nas primeiras linhas da reportagem estava descrevendo o ator chegando em casa, vestido de astronauta (com a roupa emprestada) para brincar com o filho.
Esse é um filme que prende a atenção do espectador. O mix de romance, física, comédia e ficção científica foi feito muito bem. Mas o melhor de tudo (e o que me dá mais orgulho) é mais um filme brasileiro que tem tudo para ser sucesso.
Assim é O Homem do Futuro. Um mix de viagem no tempo, física, comédia e romance. Confesso que se não fosse pelo convite do meu namorado eu não iria assistir ao filme. Mas fui convencida por dois motivos:
1 – Era um filme brasileiro e eu iria assistir com meu namorado.
2 – O ator Wagner Moura (vulgo Capitão Nascimento) é o protagonista do filme (todas suspiram)
Aceitei o desafio, embora hoje em dia os filmes brasileiros estejam bem melhores dos que antigamente. Aliás, depois de Tropa de Elite, eu acho que as pessoas começaram a abrir mais os olhos para o mercado nacional (mesmo que ainda haja gente que não goste muito das coisas de nossa terra, principalmente quando o assunto é musica, mas isso é assunto para outro post).
Ok. Então cheguei ao cinema para a sessão das 19h. Como quase sempre compramos os ingressos em cima da hora (felizmente ainda estavam à venda). Entramos. Escolhemos nossos lugares e ficamos reparando nas pessoas que ali entravam. A sala de cinema não estava cheia, tinha alguns casais (apenas casais). É assim que eu gosto do cinema, nem lotado e nem vazio.
1 – Cinema lotado é horrível. As pessoas falam demais. Quando é cheio de criança tenho que torcer para elas não chorarem. Quando são adolescentes histéricas....(dispenso comentários, quem lê o blog já sabe do meu trauma com a estréia de Crepúsculo). Com o cinema lotado, se a gente chega tarde não tem lugar para sentar.
2 – Cinema vazio me dá medo.
Então o filme começou, já com uma festa em 22 de novembro de 1991. No palco Aline Moraes e Wagner Moura cantavam. O tempo passou e Wagner (o Zero) se tornou um físico louco que detesta a vida que tem. Por meio de um experimento (uma espécie de máquina do tempo) volta no dia da festa para corrigir o que fez naquela época para tentar mudar de vida.
Os figurinos são muito bons. Assim que eu vi o Capitã.... ops, o cientista Zero vestido de astronauta, logo lembrei da reportagem da edição especial de aniversário da revista Rolling Stone do ano passado, que estampava o ator na capa. Nas primeiras linhas da reportagem estava descrevendo o ator chegando em casa, vestido de astronauta (com a roupa emprestada) para brincar com o filho.
Esse é um filme que prende a atenção do espectador. O mix de romance, física, comédia e ficção científica foi feito muito bem. Mas o melhor de tudo (e o que me dá mais orgulho) é mais um filme brasileiro que tem tudo para ser sucesso.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
O clássico da Disney volta à telona em 3D.
Não é qualquer pessoa que tem o privilégio de poder voltar a ter cinco anos. Pelo menos, por pouco mais de uma hora e meia, foi assim que eu me senti. Voltei aos tempos em que tinha compromisso nenhum. Nem trabalho nem estudo. A única coisa que fazia era brincar de bonecas e ver televisão depois de voltar da escola.
O que me proporcionou essa experiência foi ir à sala de cinema 3D e conferir o Rei Leão.
Para não ter o risco de chegar ao local e não ter mais ingressos disponíveis, logo após o almoço, eu e meu namorado fomos ao shopping comprar as entradas para a sessão das 16h. Susto de início. Mal era 13h30 e a fila estava gigantesca. Pensei comigo:
- Será que vamos conseguir ingressos?
A fila andou e rápido e no fim compramos nosso par de entradas. Alívio. O Rei Leão fica em cartaz, possivelmente, uma semana, e há dois meses eu espero para assistir o relançamento desse clássico da Disney.
A sessão das 16h não estava lotada (ainda bem). Odeio cinema lotado. Aliás tenho trauma. Na estreia do primeiro filme da saga Crepúsculo, a sala de cinema estava tomada de meninas histéricas gritando pelo Jacob e Edward. No fim eu não sabia se me concentrava para ouvir o áudio dublado do filme ou se pedia para as meninas histéricas fecharem a boca.
Mas voltando ao Rei Leão 3D. A música de abertura já me arrepiou. Na minha cabeça vieram vários flashs do filme e também do jogo do super nitendo, que nunca consegui fechar. A dublagem era a mesma do filme da década de 1990. Os personagens também. A diferença era a qualidade do som e da imagem. Poder cantar junto de Timão e Pumba o Hakuna Matata me rendeu boas risadas. Foi bom poder relembrar os tempos de criança na tela grande.
Foram R$ 10,00 muito bem empregados. Tenho certeza que os diversos adultos que ali estavam com os filhos, também tiveram a experiência de relembrar um pouco da infância ao acompanhar a história de Simba.
ps: li que mais dois clássicos do cinema também terão versões em 3D nos cinemas. Vamos guardar dinheiro para Star Wars e Titanic.
Para não ter o risco de chegar ao local e não ter mais ingressos disponíveis, logo após o almoço, eu e meu namorado fomos ao shopping comprar as entradas para a sessão das 16h. Susto de início. Mal era 13h30 e a fila estava gigantesca. Pensei comigo:
- Será que vamos conseguir ingressos?
A fila andou e rápido e no fim compramos nosso par de entradas. Alívio. O Rei Leão fica em cartaz, possivelmente, uma semana, e há dois meses eu espero para assistir o relançamento desse clássico da Disney.
A sessão das 16h não estava lotada (ainda bem). Odeio cinema lotado. Aliás tenho trauma. Na estreia do primeiro filme da saga Crepúsculo, a sala de cinema estava tomada de meninas histéricas gritando pelo Jacob e Edward. No fim eu não sabia se me concentrava para ouvir o áudio dublado do filme ou se pedia para as meninas histéricas fecharem a boca.
Mas voltando ao Rei Leão 3D. A música de abertura já me arrepiou. Na minha cabeça vieram vários flashs do filme e também do jogo do super nitendo, que nunca consegui fechar. A dublagem era a mesma do filme da década de 1990. Os personagens também. A diferença era a qualidade do som e da imagem. Poder cantar junto de Timão e Pumba o Hakuna Matata me rendeu boas risadas. Foi bom poder relembrar os tempos de criança na tela grande.
Foram R$ 10,00 muito bem empregados. Tenho certeza que os diversos adultos que ali estavam com os filhos, também tiveram a experiência de relembrar um pouco da infância ao acompanhar a história de Simba.
ps: li que mais dois clássicos do cinema também terão versões em 3D nos cinemas. Vamos guardar dinheiro para Star Wars e Titanic.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
A vila está em perigo
Essas criaturas azuis de três maçãs de altura encantaram gerações. Foram criadas pelo ilustrador belga Peyo. Em 1980 a história desses seres mágicos que vivem em cogumelos no meio da floresta encantada ganhou espaço na televisão em forma de desenho animado. Aqueles que hoje são adultos podem entrar nas salas de cinema e voltar a ser crianças durante a exibição do longa “Os Smurfs”. A animação misturada com atores prende a atenção do espectador durante aproximadamente 1h40min com alguns momentos de comédia.
A vila dos Smurfs era um local tranquilo para trabalhar. Até que um dia o Papai Smurf, dublado originalmente por Jonathan Winters, prevê um ataque ao local. Mas por não querer perturbar seus filhos, esconde a visão. Tudo o que tem na previsão do smurf de mais de 500 anos acontece, e um pequeno grupo dessas criaturinhas e o feiticeiro malvado Gargamel (Hank Azaria ) vão parar em Nova York.
É aí que esses pequenos seres mágicos azuis encontram Patrick Winslow (Neil Patrick Harris) e Grace Winslow (Jayma Mays). Durante a estadia em Nova York, Patrick e Grace dão abrigo ao Papai Smurf (Jonathan Winters), Smurffet (Katy Perry), Desastrado (Anton Yelchin), Robusto (Alan Cumming) e Gênio (Fred Armisen).Juntos eles tentam derrotar Gargamel e voltar à vila dos Smurfs. Ainda ajudam a melhorar a vida do casal que estáa espera de um filho.
Com cópias dubladas e legendadas, com exibição em 2D e 3D, “Os Smurfs” já faturou R$ 10,9 milhões e teve mais de 921 mil espectadores em todo o Brasil. Com um forte time de atores e dubladores, a produção só está atrás de “Harry Potter”, “Rio e Piratas” do “Caribe 4”.
Muito além de uma história para crianças, o longa “Os Smurfs” trata de assuntos como amizade, apoio, confiança e amor. Temas que estão presentes no nosso dia-a-dia, e que muitas vezes passam despercebidos. Um filme que rende boas risadas tanto aos pais quanto aos filhos.
A vila dos Smurfs era um local tranquilo para trabalhar. Até que um dia o Papai Smurf, dublado originalmente por Jonathan Winters, prevê um ataque ao local. Mas por não querer perturbar seus filhos, esconde a visão. Tudo o que tem na previsão do smurf de mais de 500 anos acontece, e um pequeno grupo dessas criaturinhas e o feiticeiro malvado Gargamel (Hank Azaria ) vão parar em Nova York.
É aí que esses pequenos seres mágicos azuis encontram Patrick Winslow (Neil Patrick Harris) e Grace Winslow (Jayma Mays). Durante a estadia em Nova York, Patrick e Grace dão abrigo ao Papai Smurf (Jonathan Winters), Smurffet (Katy Perry), Desastrado (Anton Yelchin), Robusto (Alan Cumming) e Gênio (Fred Armisen).Juntos eles tentam derrotar Gargamel e voltar à vila dos Smurfs. Ainda ajudam a melhorar a vida do casal que estáa espera de um filho.
Com cópias dubladas e legendadas, com exibição em 2D e 3D, “Os Smurfs” já faturou R$ 10,9 milhões e teve mais de 921 mil espectadores em todo o Brasil. Com um forte time de atores e dubladores, a produção só está atrás de “Harry Potter”, “Rio e Piratas” do “Caribe 4”.
Muito além de uma história para crianças, o longa “Os Smurfs” trata de assuntos como amizade, apoio, confiança e amor. Temas que estão presentes no nosso dia-a-dia, e que muitas vezes passam despercebidos. Um filme que rende boas risadas tanto aos pais quanto aos filhos.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Coincidências do Amor
Feriado e nada de bom para fazer. Para muita gente foi um feriadão, para mim foi um dia de folga inútil no meio da semana. Mas tudo bem, como não trabalhei e não tinha nada de interessante para fazer resolvi dar uma caminha atá a locadora. Mas antes claro, parando no supermercado para comprar alguns alfajores para acompanhar a sessão Jennifer Aniston.
Sim, sessão Jennifer Aniston porque aluguei dois filmes em que ela é a atriz principal. Coincidências do Amor e O Amor Acontece. Nesse texto vou falar apenas do primeiro, já que o segundo eu não gostei muito.
Adoro comédias românticas, já que, a maioria delas, tem um final feliz. Dramas são fortes para pessoas sentimentais ao extremo. Bom. Vou falar do filme.
Não preciso começar dizendo que acho a Jennifer Aniston uma ótima atriz. Depois de Friends já vi vários filmes com ela no papel principal. Acho que é a única Friends que já vi na telona. Em Coincidências do Amor ela interpreta Kassie, uma mulher que deseja ser mão o mais breve possível. Seu amigo Wally, interpretado por Jason Bateman, a apoia em certos momentos, mas no fundo, o que ele quer é que Kassie desista da ideia e encontre o homem perfeito para a vida.
Durante a escolha do pai perfeito para Sebastian, Kassie promove uma festa para anunciar a novidade. Wally, bêbado, comete o erro de "sequestrar" a gravidez da amiga. Esse foi um dos últimos contatos que ele teve com Kassie.
A moça sai de Nova York e vai morar em um lugar mais calmo. O contato entre os dois diminui. Sete anos depois ela volta para a cidade grande por uma oferta irrecusável de emprego. Kassie e Wally voltam a se aproximar. Ele passa cada vez mais tempo junto a mulher e ao menino Sebastian. Wally percebe muitas semelhanças entre ele e o garoto.
Sebastian se aproxima de forma natural cada vez mais de Wally, é a única pessoa, além da mãe, que o menino confia em Nova York. Até o final do filme as coisas acontecem assim. Até que Wally tem que enfrentar a melhor amiga e lhe contar toda a verdade.
Coincidências do Amor: uma comédia romântica excelente para quem acredita em destino.
Sim, sessão Jennifer Aniston porque aluguei dois filmes em que ela é a atriz principal. Coincidências do Amor e O Amor Acontece. Nesse texto vou falar apenas do primeiro, já que o segundo eu não gostei muito.
Adoro comédias românticas, já que, a maioria delas, tem um final feliz. Dramas são fortes para pessoas sentimentais ao extremo. Bom. Vou falar do filme.
Não preciso começar dizendo que acho a Jennifer Aniston uma ótima atriz. Depois de Friends já vi vários filmes com ela no papel principal. Acho que é a única Friends que já vi na telona. Em Coincidências do Amor ela interpreta Kassie, uma mulher que deseja ser mão o mais breve possível. Seu amigo Wally, interpretado por Jason Bateman, a apoia em certos momentos, mas no fundo, o que ele quer é que Kassie desista da ideia e encontre o homem perfeito para a vida.
Durante a escolha do pai perfeito para Sebastian, Kassie promove uma festa para anunciar a novidade. Wally, bêbado, comete o erro de "sequestrar" a gravidez da amiga. Esse foi um dos últimos contatos que ele teve com Kassie.
A moça sai de Nova York e vai morar em um lugar mais calmo. O contato entre os dois diminui. Sete anos depois ela volta para a cidade grande por uma oferta irrecusável de emprego. Kassie e Wally voltam a se aproximar. Ele passa cada vez mais tempo junto a mulher e ao menino Sebastian. Wally percebe muitas semelhanças entre ele e o garoto.
Sebastian se aproxima de forma natural cada vez mais de Wally, é a única pessoa, além da mãe, que o menino confia em Nova York. Até o final do filme as coisas acontecem assim. Até que Wally tem que enfrentar a melhor amiga e lhe contar toda a verdade.
Coincidências do Amor: uma comédia romântica excelente para quem acredita em destino.
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Autora
- Angelica Brunatto
- Jornalista, 22 anos. Apaixonada por inglês e fotografia. Curte um pouco do espanhol e é louca por tudo o que acontece na internet. Ah, e tem uma veia artística um pouco escondida........ angelica.brunatto@hotmail.com

