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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
A consulta mais rápida da minha vida
Tanto quando a gente entra em uma empresa ou sai dela, um documento é necessário apresentar: atestado de saúde.
Fui buscar o meu atestado para poder sair do emprego. Perdi uma tarde inteira, praticamente.
1 - chego no local e o médico chega apenas depois das 15h (um monte de gente já esperava por ele)
2 - Tive que esperar esse tempo todo.
Tudo bem, resolvi dar uma volta para passar o tempo. Às 15h15 voltei. A secretária me mandou entrar. No lugar onde havia diversas pessoas,agora, não tinha mais ninguém.
Entrei.
Na sala lá estava a pessoa que iria assinar meu papel lendo uma página do G1. Ele mal tirou os olhos da tela do computador para me atender.
Nem sentei na cadeira do médico (se é que é médico mesmo, porque eu posso muito bem exercer a função dele mil vezes melhor). Ele me olhou e perguntou:
- Tudo bem com você?
Eu educadamente respondi:
- Acredito que esteja tudo ótimo comigo.
Ele continuou a conversa:
- Se você acredita que está bem, quem sou eu para dizer que não está?
Eu, debochada, retruquei:
- O senhor é um médico, deveria me avaliar para dizer se estou bem.
A conversa terminou com um "boa sorte" vindo da parte dele.
Essa foi a consulta mais rápida da minha vida.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
I wish you were here
Olha só! E eu atrasada como sempre nem sabia, mas a Avril lançou um clipe novo (JÁ?! Isso que ela lançou SMILE há pouquinho tempo).
Enfim, a música da vez é I Whish You Were Here.
Enfim, a música da vez é I Whish You Were Here.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
O Homem do Futuro - uma produção brasileira, digna de sucesso.
Falar de viagem ao tempo é difícil (pelo menos eu acho). Conciliar as teorias da física, tentar fazer os furos se tornarem inexistentes e, ainda, mexer com a imaginação do espectador em um narrativa se torna uma tarefa árdua. E ainda colocar um pouco de comédia e romance no meio de tudo isso complica mais ainda a vida de um escritor\roteirista, ou qualquer um que tente colocar esses ingredientes em uma única história.
Assim é O Homem do Futuro. Um mix de viagem no tempo, física, comédia e romance. Confesso que se não fosse pelo convite do meu namorado eu não iria assistir ao filme. Mas fui convencida por dois motivos:
1 – Era um filme brasileiro e eu iria assistir com meu namorado.
2 – O ator Wagner Moura (vulgo Capitão Nascimento) é o protagonista do filme (todas suspiram)
Aceitei o desafio, embora hoje em dia os filmes brasileiros estejam bem melhores dos que antigamente. Aliás, depois de Tropa de Elite, eu acho que as pessoas começaram a abrir mais os olhos para o mercado nacional (mesmo que ainda haja gente que não goste muito das coisas de nossa terra, principalmente quando o assunto é musica, mas isso é assunto para outro post).
Ok. Então cheguei ao cinema para a sessão das 19h. Como quase sempre compramos os ingressos em cima da hora (felizmente ainda estavam à venda). Entramos. Escolhemos nossos lugares e ficamos reparando nas pessoas que ali entravam. A sala de cinema não estava cheia, tinha alguns casais (apenas casais). É assim que eu gosto do cinema, nem lotado e nem vazio.
1 – Cinema lotado é horrível. As pessoas falam demais. Quando é cheio de criança tenho que torcer para elas não chorarem. Quando são adolescentes histéricas....(dispenso comentários, quem lê o blog já sabe do meu trauma com a estréia de Crepúsculo). Com o cinema lotado, se a gente chega tarde não tem lugar para sentar.
2 – Cinema vazio me dá medo.
Então o filme começou, já com uma festa em 22 de novembro de 1991. No palco Aline Moraes e Wagner Moura cantavam. O tempo passou e Wagner (o Zero) se tornou um físico louco que detesta a vida que tem. Por meio de um experimento (uma espécie de máquina do tempo) volta no dia da festa para corrigir o que fez naquela época para tentar mudar de vida.
Os figurinos são muito bons. Assim que eu vi o Capitã.... ops, o cientista Zero vestido de astronauta, logo lembrei da reportagem da edição especial de aniversário da revista Rolling Stone do ano passado, que estampava o ator na capa. Nas primeiras linhas da reportagem estava descrevendo o ator chegando em casa, vestido de astronauta (com a roupa emprestada) para brincar com o filho.
Esse é um filme que prende a atenção do espectador. O mix de romance, física, comédia e ficção científica foi feito muito bem. Mas o melhor de tudo (e o que me dá mais orgulho) é mais um filme brasileiro que tem tudo para ser sucesso.
Assim é O Homem do Futuro. Um mix de viagem no tempo, física, comédia e romance. Confesso que se não fosse pelo convite do meu namorado eu não iria assistir ao filme. Mas fui convencida por dois motivos:
1 – Era um filme brasileiro e eu iria assistir com meu namorado.
2 – O ator Wagner Moura (vulgo Capitão Nascimento) é o protagonista do filme (todas suspiram)
Aceitei o desafio, embora hoje em dia os filmes brasileiros estejam bem melhores dos que antigamente. Aliás, depois de Tropa de Elite, eu acho que as pessoas começaram a abrir mais os olhos para o mercado nacional (mesmo que ainda haja gente que não goste muito das coisas de nossa terra, principalmente quando o assunto é musica, mas isso é assunto para outro post).
Ok. Então cheguei ao cinema para a sessão das 19h. Como quase sempre compramos os ingressos em cima da hora (felizmente ainda estavam à venda). Entramos. Escolhemos nossos lugares e ficamos reparando nas pessoas que ali entravam. A sala de cinema não estava cheia, tinha alguns casais (apenas casais). É assim que eu gosto do cinema, nem lotado e nem vazio.
1 – Cinema lotado é horrível. As pessoas falam demais. Quando é cheio de criança tenho que torcer para elas não chorarem. Quando são adolescentes histéricas....(dispenso comentários, quem lê o blog já sabe do meu trauma com a estréia de Crepúsculo). Com o cinema lotado, se a gente chega tarde não tem lugar para sentar.
2 – Cinema vazio me dá medo.
Então o filme começou, já com uma festa em 22 de novembro de 1991. No palco Aline Moraes e Wagner Moura cantavam. O tempo passou e Wagner (o Zero) se tornou um físico louco que detesta a vida que tem. Por meio de um experimento (uma espécie de máquina do tempo) volta no dia da festa para corrigir o que fez naquela época para tentar mudar de vida.
Os figurinos são muito bons. Assim que eu vi o Capitã.... ops, o cientista Zero vestido de astronauta, logo lembrei da reportagem da edição especial de aniversário da revista Rolling Stone do ano passado, que estampava o ator na capa. Nas primeiras linhas da reportagem estava descrevendo o ator chegando em casa, vestido de astronauta (com a roupa emprestada) para brincar com o filho.
Esse é um filme que prende a atenção do espectador. O mix de romance, física, comédia e ficção científica foi feito muito bem. Mas o melhor de tudo (e o que me dá mais orgulho) é mais um filme brasileiro que tem tudo para ser sucesso.
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Autora
- Angelica Brunatto
- Jornalista, 22 anos. Apaixonada por inglês e fotografia. Curte um pouco do espanhol e é louca por tudo o que acontece na internet. Ah, e tem uma veia artística um pouco escondida........ angelica.brunatto@hotmail.com
