O dia das mães já está pertinho. E você já pensou como presentear a sua mãe? Que tal escolher alguns destes livros da editora Sextante?
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quarta-feira, 9 de maio de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
[dica literária] Os 10 livros indispensáveis para jornalistas
Passeando pelo blog O Jornalista, me deparei com a lista dos 10 livros indispensáveis para os jornalistas. Eles foram escolhidos através de uma pesquisa que a Revista Imprensa fez com 40 jornalistas de diversas áreas.
Mesmo que você não seja jornalista (ou estudante) acredito que sejamuito válido dar uma olhadinha. Quem sabe não rende até uma leitura?
- Você já leu algum deles? Deixe no comentário a sua reação!
Mesmo que você não seja jornalista (ou estudante) acredito que seja
- Você já leu algum deles? Deixe no comentário a sua reação!
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
[dica literária] - Olga #4
Essa foi com certeza uma das biografias que eu mais gostei de ler. Talvez pelo fato de eu me interessar pelo momento histórico no qual o enredo se passa. Lendo Olga, as aulas de história voltam à cabeça em um passe de mágica. Ali tem o movimento de coluna prestes, a guerra contra os judeus na Alemanha...
Olga foi um dos livros que eu fiz questão de comprar e não pegar emprestado da biblioteca. Além de ser escrito muito bem, toda a arte dele é bem trabalhada. A minha edição traz o rosto de Olga estampado na capa, e as arestas das folhas são todas vermelhas...
Vamos à dica!
OLGA
Editora: Cia das Letras
ISBN: 8571642508
Lançamento: 2004
Autor: Fernando morais
Sinopse:
Olga foi um dos livros que eu fiz questão de comprar e não pegar emprestado da biblioteca. Além de ser escrito muito bem, toda a arte dele é bem trabalhada. A minha edição traz o rosto de Olga estampado na capa, e as arestas das folhas são todas vermelhas...
Vamos à dica!
OLGA
Editora: Cia das Letras
ISBN: 8571642508
Lançamento: 2004
Autor: Fernando morais
Sinopse:
"Nos últimos anos, poucas obras alcançaram no Brasil sucesso tão estrondoso quanto esta biografia de Olga Benario Prestes. Jornalista renomado, Fernando Morais revelou-se também um pesquisador competente e escritor dotado de sensibilidade e talento. Com simplicidade, sabedoria e grandeza, ele soube recriar um drama profundamente humano de nossa época. Entre a guerra desencadeada pelo nazismo e a miséria de uma ditadura latino-americana (com seus crimes característicos), Fernando Morais delineou a figura quase lendária de uma mulher que sempre empunhou o estandarte de ideais generosos.
Este é um livro que conta a vida e a morte, que fala da beleza e da ignomínia - um livro verdadeiramente inesquecível."
Jorge Amado
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
[dica literária] - O Menino do Pijama Listrado #3
Fiquei na dúvida sobre qual o livro da Dica de hoje. Não sei se indicava um livro-reportagem, algum sobre internet, ou algum mais light. Mas escolhi indicar O Menino do Pijama Listrado. Eu sei que é não é um livro tão atual, mas não sei de ninguém que não tenha chorado ou segurado o choro com a história.
Eu já escrevi sobre ele no blog (e você pode ler clicando aqui) há algum tempo e me emocionei com o livro, mas não gostei do filme. Talvez quem não tenha lido o livro deva ter gostado, mas ok.
O MENINO DO PIJAMA LISTRADO
Editora: Cia das Letras
ISBN: 853591112x
Lançamento: 2007
Autor: John Boyne
Sinopse:
Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz ideia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. 'O menino do pijama listrado' é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.
Eu já escrevi sobre ele no blog (e você pode ler clicando aqui) há algum tempo e me emocionei com o livro, mas não gostei do filme. Talvez quem não tenha lido o livro deva ter gostado, mas ok.
O MENINO DO PIJAMA LISTRADO
Editora: Cia das Letras
ISBN: 853591112x
Lançamento: 2007
Autor: John Boyne
Sinopse:
Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz ideia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. 'O menino do pijama listrado' é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
[dica literária] - Jornalismo Digital - #3
Na dica literária de hoje vamos falar um pouco sobre internet. Atenção estudantes de jornalismo ou jornalistas! Sim, porque hoje a dica vai para eles, ou para você que quer conhecer um pouco desse meio. Bom, essa dica de hoje está meio "minha monografia". Sim, eu li dois livros da Pollyana Ferrari (tanto que uma frase dela é a minha epígrafe - esta que está aí na barra lateral), para poder escrever sobre Cibercultura, Twitter, Redes Sociais e como escrever para a web.
O livro de hoje é Jornalismo Digital. Ele faz parte de uma série de livros que eu li quase inteira na faculdade. E acho que todos os jornalistas/estudantes deveriam ler. O que eu mais gosto (de longe) é o do Ricardo Noblat, mas esse é assunto para outra Dica Literária!
Vamos ao livro então!
JORNALISMO DIGITAL
Editora: Contexto
ISBN: 8572442421
Lançamento: 2003
Autor: Pollyana Ferrari
Sinopse:
A Internet despontou como um novo e fascinante campo de trabalho para jornalistas. Após a fase de deslumbramento, quando proliferaram projetos mirabolantes, é hora de colocar os pés no chão e perceber que a grande rede continua oferecendo vastas possibilidades para os profissionais da comunicação. Afinal, milhões de pessoas ao redor do mundo navegam à procura daquilo que o bom jornalismo é capaz de oferecer: informação. Ao unir orientações práticas com reflexões teóricas, este livro é uma valiosa ferramenta de aprimoramento para quem continua apostando na Internet como um veículo de comunicação revolucionário e promissor.
Tem também a nova edição:
Sinopse:
O livro de hoje é Jornalismo Digital. Ele faz parte de uma série de livros que eu li quase inteira na faculdade. E acho que todos os jornalistas/estudantes deveriam ler. O que eu mais gosto (de longe) é o do Ricardo Noblat, mas esse é assunto para outra Dica Literária!
Vamos ao livro então!
JORNALISMO DIGITAL
Editora: Contexto
ISBN: 8572442421
Lançamento: 2003
Autor: Pollyana Ferrari
Sinopse:
A Internet despontou como um novo e fascinante campo de trabalho para jornalistas. Após a fase de deslumbramento, quando proliferaram projetos mirabolantes, é hora de colocar os pés no chão e perceber que a grande rede continua oferecendo vastas possibilidades para os profissionais da comunicação. Afinal, milhões de pessoas ao redor do mundo navegam à procura daquilo que o bom jornalismo é capaz de oferecer: informação. Ao unir orientações práticas com reflexões teóricas, este livro é uma valiosa ferramenta de aprimoramento para quem continua apostando na Internet como um veículo de comunicação revolucionário e promissor.
Tem também a nova edição:
Sinopse:
A internet despontou como um novo e fascinante campo de trabalho para jornalistas. Após a fase de deslumbramento, quando proliferaram projetos mirabolantes, é hora de colocar os pés no chão e perceber que a grande rede continua oferecendo vastas possibilidades para os profissionais da comunicação - afinal, milhões de pessoas ao redor do mundo navegam à procura daquilo que o bom jornalismo é capaz de oferecer: informação. Ao unir orientações práticas com reflexões teóricas, este livro é uma valiosa ferramenta de aprimoramento para quem continua apostando na internet como um veículo de comunicação revolucionário.
Jornalista, doutora em Comunicação Social pela USP, professora da PUC-SP, Pollyana Ferrari dedica-se ao mercado de informática desde o final dos anos 1980 e à internet desde 1995. Foi diretora da unidade de internet da Editora Globo; editora do site da revista Época; editora-chefe do programa Vitrine, da TV Cultura; diretora de conteúdo do portal iG. É autora de Hipertexto, hipermídia pela Contexto. Atua também como consultora de empresas em mídia social.
Para quem gosta desse tema, logo trago mais dicas sobre o assunto, e quem sabe, depois de passar pela banca, não coloco minha monografia aqui para vocês darem uma olhada!
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
[dica literária] A Rainha da Fofoca - #2
Minha dica literária hoje vai para quem deseja se desligar um pouco do mundo nesse fim de ano. Eu estou em tempo de monografia, quase entregando e ficando louca com ela. Também tem os projetos finais, os trabalhos e tudo o mais. Às vezes me dá vontade de sair um pouco e ir para outro mundo.
E uma leitura leve, agradável e engraçada é o ideal para fugir né? Por isso hoje eu indico A Rainha da Fofoca de Meg Cabot.
Esse livro eu li há algum tempo e, como todos os outros livros dela, devorei um um ou dois dias no máximo!
A RAINHA DA FOFOCA
Editora: Galera Record
ISBN: 978-85-01-07597-8
Lançamento: 2008
Autor: Meg Cabot
Sinopse:
E uma leitura leve, agradável e engraçada é o ideal para fugir né? Por isso hoje eu indico A Rainha da Fofoca de Meg Cabot.
Esse livro eu li há algum tempo e, como todos os outros livros dela, devorei um um ou dois dias no máximo!
A RAINHA DA FOFOCA
Editora: Galera Record
ISBN: 978-85-01-07597-8
Lançamento: 2008
Autor: Meg Cabot
Sinopse:
Lizzie Nichols não tem a mínima idéia do que vai fazer da vida e está detonando o dinheiro da formatura em uma viagem para visitar o namorado que conheceu há apenas três meses, mas isso não é nada. O problema é que Lizzie não consegue guardar nenhum segredo, o que a coloca em situações delicadas, como ficar presa em Londres sem um teto ou dinheiro. Felizmente uma amiga está por perto para ajudar, mas ela estraga tudo outra vez. Lizzie está no limite e precisará provar que pode usar sua boca grande para algo de bom.
domingo, 16 de outubro de 2011
[dica literária] - A Sangue Frio
Quando se começa a estudar jornalismo, muito se preza pela emoção nas histórias. Muito também se fala em novas maneiras de contar histórias, humanizar os fatos. Mas quando o jornalista luta contra o dead-line (prazo final para fechar a edição do jornal), fica complicado escrever tudo aqui que teria quer ser dito.
O periódico, também, não possibilita que a história seja contada com todos os detalhes. E para driblar esse obstáculo, muitos jornalistas escrevem reportagens em livros. Eles passam anos escrevendo até a história ficar completa.
Um exemplo muito comentado nas salas de aula é A Sangue Frio - Relato verdadeiro de um homicídio e suas múltiplas consequências.
Truman Capote, um jornalista americano, vai atrás de um assassinato em uma pequena cidade em Kansas, Estados Unidos, após ver uma pequena nota publicada no jornal. O autor vive a história e vai atrás dos mais diversos relatos para levar o fato à revista The New Yorker.
A Sangue Frio, no entanto, é catalogado como romance-reportagem. Há relatos que dizem que Capote inventou parte da história, ou relatos de fontes. Mas, mesmo assim, é um marco do New Journalism, quando surgiu uma nova forma de escrever matérias.
A SANGUE FRIO
Editora: Companhia das Letras
ISBN: 9788535904116
Lançamento: 2003
Autor: Truman Capot
Sinopse:
O periódico, também, não possibilita que a história seja contada com todos os detalhes. E para driblar esse obstáculo, muitos jornalistas escrevem reportagens em livros. Eles passam anos escrevendo até a história ficar completa.
Um exemplo muito comentado nas salas de aula é A Sangue Frio - Relato verdadeiro de um homicídio e suas múltiplas consequências.
Truman Capote, um jornalista americano, vai atrás de um assassinato em uma pequena cidade em Kansas, Estados Unidos, após ver uma pequena nota publicada no jornal. O autor vive a história e vai atrás dos mais diversos relatos para levar o fato à revista The New Yorker.
A Sangue Frio, no entanto, é catalogado como romance-reportagem. Há relatos que dizem que Capote inventou parte da história, ou relatos de fontes. Mas, mesmo assim, é um marco do New Journalism, quando surgiu uma nova forma de escrever matérias.
A SANGUE FRIO
Editora: Companhia das Letras
ISBN: 9788535904116
Lançamento: 2003
Autor: Truman Capot
Sinopse:
O americano Truman Capote foi um escritor versátil: produziu textos de qualidade em vários gêneros (contos, peças, reportagens, adaptações para TV e roteiros para filmes). Mas sua grande obra foi o romance-reportagem A sangue frio, que conta a história da morte de toda a família Clutter, em Holcomb, Kansas, e dos autores da chacina.
Capote decidiu escrever sobre o assunto ao ler no jornal a notícia do assassinato da família, em 1959. Quase seis anos depois, em 1965, a história foi publicada em quatro partes na revista The New Yorker. Além de narrar o extermínio do fazendeiro Herbert Clutter, de sua esposa Bonnie e dos filhos Nancy e Kenyon - uma típica família americana dos anos 50, pacata e integrada à comunidade -, o livro reconstitui a trajetória dos assassinos. Perry Smith e Dick Hikcock planejaram o crime acreditando que se apropriariam de uma fortuna, mas não encontraram praticamente nada.
Perry era um sonhador. Teve criação conturbada e violenta, e achava que a vida lhe tinha dado golpes injustos. Dick, considerado o cérebro da dupla, queria apenas arrebatar o dinheiro e desaparecer. Presos e condenados, ambos morreram na forca em 1965.
Publicado no mesmo ano da execução dos assassinos, A sangue frio rapidamente se tornou um sucesso de crítica e vendas, rendendo alguns milhões de dólares ao autor. A intensa relação que Capote estabeleceu com suas fontes foi determinante para o êxito da obra. Além de passar mais de um ano na região de Holcomb, investigando e conversando com moradores, ele se aproximou dos criminosos e conquistou sua confiança. Traçou um perfil humano e eloqüente dos dois "meninos", como costumava chamá-los.
Por seu estilo que combina a precisão factual com a força emotiva da criação artística - um romance de não-ficção, nas palavras do próprio autor -, A sangue frio é um marco na história do jornalismo e da literatura dos Estados Unidos. Reflexão sutil sobre as ambigüidades do sistema judicial do país, o texto desvenda o lado obscuro do sonho americano.
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Autora
- Angelica Brunatto
- Jornalista, 22 anos. Apaixonada por inglês e fotografia. Curte um pouco do espanhol e é louca por tudo o que acontece na internet. Ah, e tem uma veia artística um pouco escondida........ angelica.brunatto@hotmail.com






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